31 de mar de 2012

Neste 31 de março Joaçaba pergunta: ONDE ESTÁ PAULO STUART WRIGHT???


Paulo Stuart Wright
Dirigente da AÇÃO POPULAR MARXISTA-LENlNlSTA (APML).

Nasceu a 2 de junho de 1933 em Joaçaba, Estado de Santa Catarina, filho de Lathan Ephair Wright e Maggir Belle.

Desaparecido desde 1973.

No DOPS/PR, o nome de Paulo foi encontrado numa gaveta com a indicação “falecido”.

Do reverendo Jaime Wright, irmão de Paulo:

“O telefone tocou. ‘Alô?!’ Era a voz mansa e inconfundível de Paulo. ‘Podemos nos encontrar hoje às 14:00 horas na Praça da Sé?’ ‘Sim.’ No esquema combinado, nos encontramos às 15:00 horas na Praça da República. Eram tempos de ditadura. Clandestinidade. Conversávamos sobre família e, principalmente, teologia. Lembrei-lhe que João Calvino também viveu na clandestinidade, adotando nove codinomes diferentes.

Nas lembranças da nossa infância, em Santa Catarina, destacamos a ousadia dos nossos pais, ambos missionários norte-americanos. Tiveram a rara intuição de que seus filhos precisavam estudar na convivência diária com outros brasileiros e não numa escola segregada para americanos em São Paulo. Fundaram uma escola nos salões de madeira da Igreja Presbiteriana de Herval, na margem esquerda do Rio do Peixe. (Joaçaba está no outro lado do rio.) Sabiam eles os riscos que corríamos, estudando e convivendo com os amigos do dia-a-dia. Com descendentes de italianos, alemães e poloneses - além da gente cabocIa - aprenderíamos cada palavrão...

Lembrávamos também a coragem de ‘Dona Bela’, nossa mãe, que, contrariando a vontade de papai, pegou um trem e viajou até o Rio de Janeiro para buscar recursos para a instalação do primeiro posto de puericultura na região. Sentou-se na sala de espera de Dona Darcy Vargas, presidente da LBA, informando que dali não sairia até ser atendida. Voltou triunfante para casa. (O posto funciona até hoje.)

Exemplos missiológicos assim, fora do seu tempo, contribuíram para torná-lo um leigo cristão irrequieto e inconformado e, sobretudo, corajoso. Estava identificado com os sofrimentos e necessidades do seu povo.

Sua preocupação com a condição dos operários levou-o a trabalhar na construção civil em Los Angeles, nas férias dos seus estudos de pós-graduação. Fundou, nos Estados Unidos, um grupo contrário à discriminação racial. Estava fazendo doutorado em sociologia quando foi convocado para a guerra da Coréia. Fugiu dos Estados Unidos para não perder sua cidadania brasileira. Foi procurado pelo FBI.

De volta ao Brasil e casado com Edimar Rickli, engajaram-se num projeto da Igreja Presbiteriana do Brasil nas fábricas paulistas. Fez-se torneiro mecânico e atuou no bairro operário de Vila Anastácio. Foi golpeado pela morte do seu primeiro filho num hospital do antigo IAPC, quando a criança nasceu desassistida por médicos e enfermeiras. Jurou que iria lutar para que isso não se repetisse na vida de outros operários.

Paulo sempre fez dos seus dias a matéria prima de suas ações. Voltando a Santa Catarina, ajudou a criar os primeiros sindicatos de Joaçaba, inclusive o dos metalúrgicos. Foi o primeiro candidato protestante à prefeitura. Perdeu por 11 votos. Foi eleito para a Assembléia Legislativa. Denunciou o controle de grupos oligárquicos do Estado sobre a pesca. Organizou 27 cooperativas de pescadores em todo o litoral catarinense, reunindo-as, em seguida, numa Federação (FECOPESCA) para colocar o controle da pesca nas mãos dos pescadores (o que inspirou Dias Gomes, na primeira novela em cores da Globo: O Bem Amado).

Na véspera do Natal de 1963, sofreu atentado a mando do partido de Adhemar de Barros, mas convenceu o ex-sargento contratado para matá-lo de que tal crime seria contrário aos interesses da sua classe. Tornou-se ‘bode expiatório’ quando, em 1964, a Assembléia Legislativa foi pressionada pelo Regime Militar a cassar alguém ‘corrupto’ e/ou ‘subversivo’. Acabou sendo cassado por ‘falta de decoro parlamentar’ (não usava gravata e paletó quando subia à tribuna...).

Asilou-se no México e voltou um ano depois. Começavam seus dias de atividade subterrânea como líder do movimento Ação Popular, originário dos egressos dos movimentos estudantis cristãos banidos: Juventude Universitária Católica (JUC) e Associação Cristã de Acadêmicos (ACA). Viveu oito anos na clandestinidade. Nos primeiros dias de setembro de 1973, foi seqüestrado pelo II Exército e levado ao DOI-CODI de São Paulo, onde foi morto por torturas nas primeiras 48 horas do seu cativeiro. Até hoje não se sabe o que fizeram com seus restos mortais.

Ruas em quatro capitais ostentam o nome de Paulo Stuart Wright. Na capital do seu Estado, todas as Igrejas se fizeram representar na cerimônia de inauguração da rua que passa ao lado da Igreja Metodista, menos a Presbiteriana. Lá, ele tinha sido eleito presbítero. Com o seu ingresso na ‘política’, a igreja de Florianópolis lhe proibiu de fazer oração e dirigir classe de Escola Dominical. Pelo visto, a anistia ainda não chegou ao presbítero (leigo) que teve a coragem de levar suas convicções cristãs às últimas conseqüências.”

De Delora Jan Wright, sobrinha de Paulo:

“Isso aconteceu em São Paulo, Capital, possivelmente nos dias 2, 3 ou 4 de setembro de 1973. Segundo informações de Osvaldo Rocha, dentista, militante político da APML, na ocasião do desaparecimento de Paulo, ambos estavam juntos num trem que ia de São Paulo a Mauá, na grande São Paulo; nessa ocasião, ao terem percebido pessoas ligadas à repressão política, Osvaldo desceu do trem em primeiro lugar e Paulo teria descido em outro ponto.

Ao chegar em sua residência, localizada em São Paulo, Osvaldo veio a ser preso por policiais, sendo, em seguida, conduzido às dependências do DOI-CODI(OBAN), onde foi despido e agredido violentamente e, nessa oportunidade, viu no chão a mesma blusa que Paulo usava no trem que o conduzia a Mauá. Foram impetrados Habeas-Corpus pelo advogado José Carlos Dias em favor de Paulo Stuart Wright e Pedro João Tinn, nome falso usado por ele inclusive nos documentos pessoais.

Uma série de iniciativas foram tomadas visando a sua localização. A primeira providência no sentido dessa localização foi a ida do irmão, Jaime Nelson Wright, acompanhado de um Coronel, cujo nome é Teodoro Pupo, ao DOI-CODI, onde falaram com um Sargento, que demonstrava muito nervosismo. Após essa conversa com o sargento, este foi ver alguma coisa lá dentro, voltando meia hora depois, quando, então, informou que não havia ninguém com o nome de Paulo Stuart Wright.

Dias depois, houve uma outra iniciativa, no sentido da localização de Paulo, quando um Pastor Metodista que tinha relações de parentesco com o Major Ustra e se dispôs a ajudar a família. O Pastor informou os familiares de Paulo que o Major Ustra mostrou a ele, nas dependências do DOI-CODI, uma pasta onde constava apenas o título de eleitor de Paulo Stuart Wright e que não tinha nenhuma notícia do paradeiro do mesmo. O Major Ustra não soube justificar os motivos pelos quais não tinha notícia do paradeiro de Paulo.

Uma dentista, cujo nome é Marlene de Souza Soccas, contou ter sido presa em 1970, ficando detida nas dependências do CENIMAR (Centro de Informações da Marinha), onde pôde ver um painel com várias fotografias de Paulo, o que, desde então, indicava que o mesmo já era procurado pelos órgãos de repressão.

Além das iniciativas tomadas pelos familiares de Paulo, no âmbito nacional, outras tiveram ensejo no Forum Internacional, em virtude da sua dupla cidadania. Foram feitas junto ao Departamento de Estado e ao Senado, nos Estados Unidos, sendo certo que as autoridades brasileiras continuaram negando a prisão de Paulo Stuart Wright, entendendo que se tratava de uma ingerência do governo norte-americano, até porque Paulo havia sido Deputado do Parlamento Brasileiro, mais precisamente na Assembléia Legislativa de Santa Catarina. Apesar de todos os esforços empreendidos pelos familiares, Paulo até hoje não foi encontrado e a convicção de que foi assassinado, está baseada em declarações prestadas por terceiros que constam entre os documentos do Projeto ‘Brasil Nunca Mais’.”

A respeito de sua militância e desaparecimento, ver o livro “O Coronel Tem Um Segredo: Paulo Wright Não Está em Cuba”, de Delora Jan Wright, Editora Vozes, São Paulo.



Fonte: Grupo Tortura Nunca Mais

28 de mar de 2012

Companhia de Rodeio envolvida em ação de Improbidade Administrativa é contratada pela Prefeitura de Campos Novos!

Quando vi esta imagem circulando nas redes sociais tomei um  susto. Ainda tem Prefeitura contratando um evento que está envolvido numa ação de improbidade administrativa? Cadê o velho ditado que diz que "seguro morreu de velho"? Não seria melhor nem arriscar?


Fui à cara das notícias da época: 


MP denuncia duas pessoas

Promotora fala em desvio de verba de rodeio e liga a Prefeitura a fogos

A investigação sobre a explosão do caminhão carregado com fogos de artifício no último dia de 2010, em Barra Velha, ainda não acabou. Mas o Ministério Público da cidade abriu mão do inquérito policial para antecipar a denúncia contra duas pessoas.


O secretário de Assuntos Jurídicos do município, Eurides dos Santos, é acusado de participar do planejamento de um projeto de rodeio com a intenção de desviar parte da verba liberada pelo governo do Estado para a execução de rodeio e também responsabilizado pela promotora pela explosão que deixou duas pessoas mortas e uma gravemente ferida.



O Ministério Público sugere ainda que houve superfaturamento na compra dos explosivos porque o projeto do rodeio orçou a queima de fogos em R$ 25 mil – e não incluía a queima na festa planejada para o Ano-novo.


A cópia de um contrato de compra entre a Prefeitura e a empresa dona dos fogos de artifício foi anexada à denúncia, indicando que o gasto foi de R$ 4.398. Para o Ministério Público, o documento comprova a ligação da Prefeitura com a explosão que deixou dois mortos e uma pessoa hospitalizada.


Desde que o caso veio à tona, Eurides nega qualquer envolvimento da Prefeitura com o rodeio ou com os fogos que causaram o acidente. O responsável pelo projeto do rodeio, João Carlos Bordin, denunciado pela promotora por desvio de verba, garante que só conheceu Eurides às vesperas do evento e não teve qualquer vínculo com os planos para a queima de fogos no Réveillon.



“Isso tudo aconteceu (a investigação) por causa da explosão, mas não tive envolvimento algum com a queima de fogos. E como alguém pode comprovar um desvio se as contas ainda estão sendo pagas?”, questiona Bordin, presidente do Instituto de Desenvolvimento Social e Cultural (Idesc) e organizador do rodeio – o evento ocorreu entre os dias 26 e 29 de dezembro, na areia da Praia Central de Barra Velha, com orçamento de R$ 280 mil.



Segundo a promotora Luciana Schaefer Filomeno, R$ 130 mil acabaram desviados por Eurides e Bordin. A denúncia ainda afirma que a Prefeitura desembolsou mais de R$ 4 mil para comprar os fogos de artifício usados naquele rodeio. O mesmos fogos, conforme a denúncia, também foram separados para a festa de Réveillon da cidade. 


Descobri que o processo está indo que é uma beleza! 

Processo:
006.11.001227-0 (0001227-81.2011.8.24.0006)
Classe:
Ação Civil Pública
Área: Cível
Assunto:
Improbidade Administrativa
Local Físico:
28/03/2012 00:00 - Cartório - Recebido do Promotor
Distribuição:
Sorteio - 20/05/2011 às 17:53
2 Vara - Barra Velha
Custas:
Visualizar custas

Exibindo todas as partes.   >>Exibir somente as partes principais.
Partes do Processo
Réu: Município de Barra Velha
Réu: Eurides dos Santos
Advogado(a): Leandro da Silva Constante 
Autor: Ministério Público do Estado de Santa Catarina
Réu: Samir Mattar
Advogado(a): Leandro da Silva Constante 
Réu: João Carlos Bordin
Réu: Cesar Henrique Pereira
Ré: Empresa Cesar Paraná
Réu: Instituto de Desenvolvimento Social e Cultural - IDESC


ABRE O OLHO CAMPOS NOVOS!!!

27 de mar de 2012

Para aprender com eles...

(Publicado no Jornal Cidadela em 23/03/2012)

Estava disposta a escrever sobre a polêmica ocorrida nas redes sociais sobre a falta de espaços públicos para nossos jovens se divertirem com seus skates, mas parece que depois de todo este barulho a Administração acordou e anunciou a construção de uma pista de skate. Tanto melhor. Espero que não seja mais uma promessa vazia. Os jovens gostam e os “não tão jovens”, que ainda têm preconceitos contra o esporte, agradecem.


Na quarta de manhã abro meu Facebook e vejo uma linda imagem que me lembra que hoje – 21 de março – é o Dia Internacional da Síndrome de Down. “Maria Manteiga” que sou já fui logo chorando de saudade de dois grandes “amiguinhos” meus: Ana Karina e Estanislau. Pessoas especiais que Deus colocou na minha vida. Foram meus amigos de infância, são meus amigos de coração até hoje.


Ana Karina e Estanislau sempre estiveram presentes nas nossas brincadeiras de criança. Lógico que tratávamos como “café com leite” (expressão usada pra dizer que eles não seriam punidos por erros). Lógico que nem todos gostavam da companhia deles afinal não acompanhavam o ritmo frenético das crianças “normais”. Era um exercício de paciência e amor. Eles eram só amor e vontade de participar.


Em todas as festas de aniversário lá estavam os dois fazendo questão de contar para todos os convidados que eram meus amigos. Puxando-me pela mão (Como são fortes! Nem tentava me desvencilhar!) iam se apresentando e dizendo que estavam ali para “cantar parabéns para amiga Bete” e perguntavam se o convidado também cantaria “parabéns”... Já eram figurinhas conhecidas, todos respeitavam e as crianças que ainda não estavam acostumadas com eles logo eram esclarecidas e entravam nas brincadeiras.


Os anos passaram, mudei de cidade, casei, tive filhas, descasei, voltei muitas vezes para a casa da mãe, principalmente para fazer as festas de aniversários das filhas. Casa espaçosa, rua particular, vovó prendada na arte de organizar tudo. Outra geração enchia a casa de alegria, novos risos, novos choros. E lá estavam meus amados amigos “cantando parabéns” para suas novas amiguinhas!


Lembro que numa destas festas, eu já na categoria de adulta, estava sentada ao lado da mãe das “crianças” olhando como se divertiam, independentemente do tamanho destoar em muito do resto do grupo. Começamos a lembrar das peripécias de infância quando os dos fugiam para a minha casa e a mãe vinha logo atrás, constrangida, perguntando se eles não estavam incomodando. Eles se sentiam em casa, e era assim que sempre foram tratados.


A mãe, com os olhos meio perdidos, me diz: “Pois é... Eu trazia meus filhos para as festas de aniversário de vocês quando vocês eram crianças. Hoje trago meus filhos (que ainda são “crianças”) para as festas das suas filhas...”. Fiquei meio sem resposta, mas logo lembrei a vantagem de se ter crianças em casa, a alegria que trazem e a companhia que nos fazem. E seriam sempre seus companheiros! 


Hoje eu percebo o quão idiota foi a minha resposta... Quando se vive com alguém que é totalmente alheio às maldades do mundo nós só temos a ganhar. Feliz de quem tem esta oportunidade! São seres especiais que Deus coloca nas nossas vidas... Dão trabalho, sim, e muito. Mas talvez seja este trabalho todo somado ao imenso amor que eles têm no coração que possa transformar alguns corações e vidas. São seres especiais, tão especiais que são infinitamente melhores quem muita gente “normal” que anda pelo mundo como uma sombra fazendo mal aos que são obrigados a conviver com suas tristes figuras.


Hoje não convivo mais com meus amigos, a casa hoje abriga uma empresa, mas os dois ainda estão lá e eu tenho certeza de que seja qual for a hora que eu resolva aparecer o abraço apertado estará me esperando. E isso me dá a mais profunda certeza que eles são mais mestres que aprendizes. E eu sempre reservo o meu sincero respeito a todos este seres de luz.


Há Braços! (tão apertados que chegam a deixar sem ar, como os meus amiguinhos sempre me deram...)

23 de mar de 2012

Saúde de Joaçaba é uma vergonha! Amarga uma péssima colocação no estado e é a penúltima na AMMOC!

O Índice de Desempenho do sistema Único de Saúde mostra a nossa triste realidade! 

"O Índice de Desempenho do SUS (IDSUS) é um indicador síntese, que faz uma aferição contextualizada do desempenho do Sistema de Único de Saúde (SUS) quanto ao acesso (potencial ou obtido) e à efetividade da Atenção Básica, das Atenções Ambulatorial e Hospitalar e das Urgências e Emergências.
A partir da análise e do cruzamento de uma série de indicadores simples e compostos, o IDSUS avalia o Sistema Único de Saúde que atende aos residentes nos municípios, regiões de saúde, estados, regiões, bem como em todo país."

Veja o quadro e perceba que dentre os municípios da AMMOC estamos à frente somente de Lacerdópolis:

Águas Mornas
7,82
Paulo Lopes
7,75
Governador Celso Ramos
7,73
Modelo
7,73
Macieira
7,72
Tigrinhos
7,72
St. Amaro da Imperatriz
7,68
Rio Fortuna
7,65
Lajeado Grande
7,59
Flor do Sertão
7,56
São Pedro de Alcântara
7,56
Águas de Chapecó
7,54
Itá
7,53
Marema
7,51
Jupiá
7,47
Brunópolis
7,45
Coronel Martins
7,44
Iporã do Oeste
7,44
Planalto Alegre
7,43
Angelina
7,42
Treviso
7,36
Bom Jesus
7,35
Chapecó
7,35
Ibiam
7,35
Ouro Verde
7,35
Frei Rogério
7,32
São Ludgero
7,28
Nova Veneza
7,27
Palmitos
7,27
Antônio Carlos
7,18
Agronômica
7,14
Arvoredo
7,13
Barra Bonita
7,12
Cocal do Sul
7,12
São Bonifácio
7,12
Forquilhinha
7,11
São Carlos
7,10
Faxinal dos Guedes
7,09
Passos Maia
7,07
Rio do Sul
7,07
St Terezinha Progresso
7,06
Braço do Norte
7,05
Vargeão
7,05
Pinhalzinho
7,04
Pres. Castello Branco
7,04
Tubarão
7,04
Ipuaçu
7,03
Içara
7,02
Itajaí
7,01
Rancho Queimado
7,01
Grão Pará
7,00
Alto Bela Vista
6,99
Lauro Muller
6,99
Tunápolis
6,98
Santa Rosa de Lima
6,96
São Miguel da Boa Vista
6,96
Nova Trento
6,94
Irani
6,92
Santa Helena
6,92
União do Oeste
6,89
Entre Rios
6,88
Guatambú
6,87
Atalanta
6,86
Biguaçu
6,86
Campo Erê
6,85
Rio Rufino
6,85
Santa Rosa do Sul
6,85
Seara
6,85
Capivari de Baixo
6,84
Balneário Piçarras
6,81
Ouro
6,79
Garopaba
6,78
Anitápolis
6,73
Cordilheira Alta
6,73
Bom Retiro
6,72
Canelinha
6,72
Cunhataí
6,72
Schroeder
6,72
Imbituba
6,70
Palma Sola
6,70
Peritiba
6,70
Celso Ramos
6,69
Descanso
6,69
Vidal Ramos
6,69
Criciúma
6,67
Florianópolis
6,67
Urussanga
6,67
Mondaí
6,66
Palhoça
6,66
São João do Oeste
6,66
Formosa do Sul
6,65
Luiz Alves
6,65
Iomerê
6,64
Riqueza
6,64
Ibicaré
6,63
Iraceminha
6,63
Presidente Nereu
6,62
São Martinho
6,62
Jardinópolis
6,61
Laurentino
6,61
Luzerna
6,61
Aurora
6,60
Nova Itaberaba
6,60
Pouso Redondo
6,60
Paial
6,59
Papanduva
6,58
Novo Horizonte
6,57
Taió
6,57
Lages
6,56
Caxambu do Sul
6,55
Paraíso
6,55
São Bernardino
6,55
Joinville
6,54
Leoberto Leal
6,54
Água Doce
6,53
Saudades
6,53
Alfredo Wagner
6,52
Arroio Trinta
6,52
Princesa
6,52
Sangão
6,51
Concórdia
6,49
Urupema
6,49
São João do Itaperiú
6,48
Tangará
6,48
São João Batista
6,47
Armazém
6,46
São Domingos
6,46
Morro da Fumaça
6,45
Sombrio
6,44
Salete
6,43
Salto Veloso
6,43
Arabutã
6,42
Gravatal
6,42
Herval d'Oeste
6,42
Itapiranga
6,42
São Lourenço do Oeste
6,42
Ituporanga
6,41
Belmonte
6,39
São Francisco do Sul
6,38
Tijucas
6,38
Bela Vista do Toldo
6,37
Blumenau
6,37
Imbuia
6,37
Ipira
6,37
Jaguaruna
6,36
Laguna
6,36
Turvo
6,35
Imaruí
6,34
Bom Jesus do Oeste
6,33
São João do Sul
6,33
Bandeirante
6,32
Guarujá do Sul
6,32
Dionísio Cerqueira
6,31
Galvão
6,31
Lindóia do Sul
6,31
Maravilha
6,31
Sul Brasil
6,31
Cerro Negro
6,30
Erval Velho
6,30
Rio do Campo
6,30
Braço do Trombudo
6,29
Meleiro
6,29
São Miguel do Oeste
6,29
Três Barras
6,26
Ilhota
6,24
Fraiburgo
6,23
Águas Frias
6,22
Capinzal
6,22
Xaxim
6,22
Ermo
6,21
Irineópolis
6,21
Saltinho
6,21
Petrolândia
6,19
Ipumirim
6,18
Calmon
6,16
Vargem Bonita
6,16
Balneário Gaivota
6,15
Irati
6,15
Bombinhas
6,14
Mirim Doce
6,14
Palmeira
6,13
Porto Belo
6,13
Treze de Maio
6,13
Botuverá
6,12
Garuva
6,11
Itapema
6,11
Navegantes
6,11
Catanduvas
6,10
Chapadão do Lageado
6,10
Corupá
6,10
Orleans
6,10
Ponte Serrada
6,10
Witmarsum
6,10
Rio das Antas
6,09
Otacílio Costa
6,08
Presidente Getúlio
6,08
Santa Terezinha
6,08
Treze Tílias
6,08
Caibi
6,07
Guaraciaba
6,07
Painel
6,07
Morro Grande
6,06
Jaborá
6,05
Joaçaba
6,05
José Boiteux
6,05
Jacinto Machado
6,04
Pinheiro Preto
6,04
Monte Carlo
6,02
Balneário Barra do Sul
6,01
Xanxerê
6,00
Anita Garibaldi
5,99
Coronel Freitas
5,99
São Cristovão do Sul
5,98
Praia Grande
5,97
Campo Belo do Sul
5,96
Lontras
5,96
Siderópolis
5,96
Vitor Meireles
5,96
Monte Castelo
5,95
Santiago do Sul
5,95
São José
5,95
Campo Alegre
5,94
Lacerdópolis
5,94
Matos Costa
5,92
Timbé do Sul
5,92
São José do Cedro
5,91
Bocaina do Sul
5,90
Major Vieira
5,90
Massaranduba
5,89
Ponte Alta do Norte
5,89
Rio Negrinho
5,88
Romelândia
5,84
Maracajá
5,83
Lebon Régis
5,82
Mafra
5,80
Araranguá
5,79
Camboriú
5,79
Xavantina
5,79
Curitibanos
5,78
Urubici
5,78
Capão Alto
5,77
Ibirama
5,77
Cunha Porã
5,76
Nova Erechim
5,76
Guaramirim
5,75
Trombudo Central
5,75
Major Gercino
5,73
Rio do Oeste
5,73
Vargem
5,73
Balneário Arroio do Silva
5,71
Piratuba
5,71
Pomerode
5,71
Apiúna
5,69
Penha
5,69
Passo de Torres
5,68
Anchieta
5,67
Barra Velha
5,66
Itaiópolis
5,64
Dona Emma
5,63
Benedito Novo
5,61
Campos Novos
5,61
Doutor Pedrinho
5,59
São Bento do Sul
5,59
Pedras Grandes
5,58
Ascurra
5,57
Ponte Alta
5,56
Timbó Grande
5,56
Zortéa
5,56
Rio dos Cedros
5,48
Caçador
5,44
Serra Alta
5,44
Correia Pinto
5,43
Quilombo
5,41
Itapoá
5,38
Jaraguá do Sul
5,36
Porto União
5,33
Balneário Camboriú
5,31
Timbó
5,23
Santa Cecília
5,15
Bom Jardim da Serra
5,13
São Joaquim
5,13
Canoinhas
5,08
Guabiruba
5,04
São José do Cerrito
5,04
Rodeio
5,03
Araquari
4,97
Gaspar
4,95
Videira
4,93
Brusque
4,86
Indaial
4,72