28 de mar de 2012

Companhia de Rodeio envolvida em ação de Improbidade Administrativa é contratada pela Prefeitura de Campos Novos!

Quando vi esta imagem circulando nas redes sociais tomei um  susto. Ainda tem Prefeitura contratando um evento que está envolvido numa ação de improbidade administrativa? Cadê o velho ditado que diz que "seguro morreu de velho"? Não seria melhor nem arriscar?


Fui à cara das notícias da época: 


MP denuncia duas pessoas

Promotora fala em desvio de verba de rodeio e liga a Prefeitura a fogos

A investigação sobre a explosão do caminhão carregado com fogos de artifício no último dia de 2010, em Barra Velha, ainda não acabou. Mas o Ministério Público da cidade abriu mão do inquérito policial para antecipar a denúncia contra duas pessoas.


O secretário de Assuntos Jurídicos do município, Eurides dos Santos, é acusado de participar do planejamento de um projeto de rodeio com a intenção de desviar parte da verba liberada pelo governo do Estado para a execução de rodeio e também responsabilizado pela promotora pela explosão que deixou duas pessoas mortas e uma gravemente ferida.



O Ministério Público sugere ainda que houve superfaturamento na compra dos explosivos porque o projeto do rodeio orçou a queima de fogos em R$ 25 mil – e não incluía a queima na festa planejada para o Ano-novo.


A cópia de um contrato de compra entre a Prefeitura e a empresa dona dos fogos de artifício foi anexada à denúncia, indicando que o gasto foi de R$ 4.398. Para o Ministério Público, o documento comprova a ligação da Prefeitura com a explosão que deixou dois mortos e uma pessoa hospitalizada.


Desde que o caso veio à tona, Eurides nega qualquer envolvimento da Prefeitura com o rodeio ou com os fogos que causaram o acidente. O responsável pelo projeto do rodeio, João Carlos Bordin, denunciado pela promotora por desvio de verba, garante que só conheceu Eurides às vesperas do evento e não teve qualquer vínculo com os planos para a queima de fogos no Réveillon.



“Isso tudo aconteceu (a investigação) por causa da explosão, mas não tive envolvimento algum com a queima de fogos. E como alguém pode comprovar um desvio se as contas ainda estão sendo pagas?”, questiona Bordin, presidente do Instituto de Desenvolvimento Social e Cultural (Idesc) e organizador do rodeio – o evento ocorreu entre os dias 26 e 29 de dezembro, na areia da Praia Central de Barra Velha, com orçamento de R$ 280 mil.



Segundo a promotora Luciana Schaefer Filomeno, R$ 130 mil acabaram desviados por Eurides e Bordin. A denúncia ainda afirma que a Prefeitura desembolsou mais de R$ 4 mil para comprar os fogos de artifício usados naquele rodeio. O mesmos fogos, conforme a denúncia, também foram separados para a festa de Réveillon da cidade. 


Descobri que o processo está indo que é uma beleza! 

Processo:
006.11.001227-0 (0001227-81.2011.8.24.0006)
Classe:
Ação Civil Pública
Área: Cível
Assunto:
Improbidade Administrativa
Local Físico:
28/03/2012 00:00 - Cartório - Recebido do Promotor
Distribuição:
Sorteio - 20/05/2011 às 17:53
2 Vara - Barra Velha
Custas:
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Partes do Processo
Réu: Município de Barra Velha
Réu: Eurides dos Santos
Advogado(a): Leandro da Silva Constante 
Autor: Ministério Público do Estado de Santa Catarina
Réu: Samir Mattar
Advogado(a): Leandro da Silva Constante 
Réu: João Carlos Bordin
Réu: Cesar Henrique Pereira
Ré: Empresa Cesar Paraná
Réu: Instituto de Desenvolvimento Social e Cultural - IDESC


ABRE O OLHO CAMPOS NOVOS!!!

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