28 de dez de 2012

Sexto dia – Brasília!


Enquanto em Goiânia estávamos com o espírito de confraternizar com os amigos Paulo e Nina, onde o máximo que fizemos foi fazer um tour pela cidade – aliás, saímos de Hervall d'Oeste com este propósito – em Brasília eu estava decidida a mostrar para o Branco o porquê de eu amar esta cidade. O dia foi inteirinho para conhecer os pontos turísticos e para ser perder também rsrsrs,

Fomos na Esplanada dos Ministérios, no Palácio da Alvorada, no Congresso Nacional, na Ponte JK, no Lago Paranoá, no Parque da Cidade, na Torre da TV. No Zôo só passei em frente como fiz em Goiânia – odeio Zôos!

À noite fomos na fonte luminosa, numa exposição de arte no Espaço Cultural Banco do Brasil – um tchô muito louco que faz umas estátuas em ferro, tem bastante foto para eu baixar depois. A pizza foi à beira do Lago Paranoá – Shopping Deck Norte – fica a dica porque a pizza de abobrinha vale a pena!

A Áurea – que é Assistente Social e trabalha numa cidade satélite – chegou em casa nos contando uma história de arrepiar os cabelos. Eu faço questão de compartilhar:

Ela teve que ir trabalhar por conta de ter que autorizar um funeral, precisava fazer o estudo social para autorizar o pagamento pelo poder público. Tratava-se de um natimorto.

O pai da criança chegou contando que o hospital não deixou ele ver o parto e que só lhe entregaram um menina morta. Quando ele questionou da outra criança – a mãe tinha feito pré-natal e tinha até uma Ultrasson com um menina e um menino – disseram não haver criança nenhuma. Pra piorar as coisas o Atestado de Óbito da menininha tinha data de 26 de dezembro de MIL OITOCENTOS E NOVENTA E NOVE!

O pai foi orientado a registrar Boletim de Ocorrência e informado que a menina só sairia o IML depois da história esclarecida... A certeza de que eram dois bebês se mostra em todo o pré-natal. Agora é ver se as autoridades vão fazer algo... Mesmo assim foram passados os telefones das emissoras de TV para que o pai denunciasse o caso.

Aqui o roubo de criança é recorrente, todos ficamos temendo por isso. E eu acredito que o “azar” neste caso do pai ser tão pobre que precisou da intervenção de uma Assistente Social, não foi direto enterrar o seu bebê via Central de Óbito.

Orientei que se devia ir na maternidade pedir o Prontuário de Atendimento da mãe e do(s) bebê(s). 

Nesta sexta-feira teremos novidades porque, por conta disso, a Áurea vai novamente até à cidade para acompanhar o caso...Até agora esse foi o ponto triste da vigem...

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