26 de mar de 2013

Quem tem medo - ou não gosta - dos ativistas?

Preguiça de redigir um texto explicativo em faz dar um "ctrl C - ctrl V" na Wikipedia [por mais que eu a ache fraquinha, na maioria das vezes...]:


"Ativismo, no sentido filosófico, pode ser descrito como qualquer doutrina ou argumentação que privilegie a prática efetiva de transformação da realidade em detrimento da atividade exclusivamente especulativa. 

O ativismo político - A imprensa por vezes usa o termo ativismo como sinônimo de manifestação ou protesto. Nas ciências políticas também pode ser sinônimo de militância, particularmente por uma causa.
Usualmente, ativismo pode ser entendido como militância ou ação continuada com vistas a uma mudança social ou política, privilegiando a ação direta, através de meios pacíficos ou violentos, que incluem tanto a defesa, propagação e manifestação pública de ideias até a afronta aberta à Lei, chegando inclusive à prática de terrorismo.
Os termos ativismo e ativista foram usados pela primeira vez, com conotações políticas, pela imprensa belga, em 1916, referindo-se ao Movimento Flamingant.
Dentro do enquadramento legal e eleitoral das democracias representativas, toma habitualmente a forma de atividade político-social - remessa de cartas, organização ou participação em reuniões, emissão de textos, entrevistas à imprensa e a dirigentes políticos em prol da postura de preferência; promover ou simplesmente seguir certos comportamentos que estão delineados ou que se estima que contribuam para a causa — tal como o boicote de certos produtos de consumo (ou a recomendação de outros), nas compras individuais ou de grupo; ou ainda a realização de manifestações públicas organizadas, tais como marchas, recrutamento de simpatizantes, coletas de assinaturas em apoio a manifestos favoráveis à causa ou contra algo que prejudique a causa.
O ativismo pode também assumir a forma de protesto passivo, de greve, de desobediência civil ou de franca militância ativa, como é o caso da invasão de terrenos ou propriedades, motins e, em caso extremo, o terrorismo e a guerra civil."

Quem tem medo - ou não gosta - dos ativistas?

RESPOSTA SIMPLES E DIRETA: 

OU QUEM ESTÁ ESTÁ NUMA SITUAÇÃO CONFORTÁVEL O SUFICIENTE PARA NÃO QUERER ABRIR MÃO DE SUAS REGALIAS. EGOÍSMO ESCANCARADO.

OU QUEM É DO TIPO QUE GOSTA DE FAZER DE CONTA QUE FAZ ALGO E SE INCOMODA AO PERCEBER QUE PARA MUDAR ESSE ALGO DEVE NECESSARIAMENTE PASSAR PELO ATIVISMO. NELE NÃO CABE ENCENAÇÃO.

Pessoas sensatas, mesmo que não se envolvendo diretamente em lutas, percebem a importância delas para a mudança... Assistem e torcem para que as coisas mudem para melhor, sempre!

[postagem feita numa madrugada de dor e insônia. não gostou? ignora e pronto]


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